Pôster ilustrado de Super8

A divulgação do novo filme de J.J Abrams tem investido em conquistar os fãs dos filmes da Amblin e dos filmes de Steven Spielberg dos anos 80. Esse pôster foi feito para emular o mesmo efeito de cartazes ilustrados de filmes da época, como Indiana Jones, Star Wars e outros-não sei dizer se foi feito pelo Drew Struzan também, parece que sim.

A trama segue misteriosa pra caramba, sobre garotos testemunhando estranhos eventos em uma pequena cidade em 1979:

mas, caramba, é o filme que mais tenho vontade de ver esse ano. Nos EUA estréia esse fim de semana. Aqui, só em Agosto. droga.

Super 8!

Na lista de filmes legais para 2011, ficou faltando o Super8, drigido pelo J.J Abrams ( de Lost, e também responsável pelo renascimento de Star Trek no cinema)e produzido por Steven Spielberg. O filme se passa em 1979, e conta a história de um grupo de garotos que tenta fazer um filme com uma câmera super8 e presenciam um acidente envolvendo um caminhão e um trem( e aparentemente um monstro alienigena ou coisa assim). E então mais coisas estranhas começam a acontecer:

A intenção de Abrams com o filme é homenagear as produções dos anos 80 como E.T, do próprio Spielberg, e os filmes da produtora Amblin de maneira geral(clássicos que quem cresceu nos anos 80 e começo dos 90 pôde conferir na sessão da tarde…). Gosto de filmes nessa linha, com um drama humano que vai de encontro com o fantástico,e Abrams tem acertado a mão nos últimos anos. então, parece que vem um filme legal por ai.

Super 8 estréia em 12 de agosto aqui no Brasil.

Lost Vs Fringe-Post Convidado

E é com muita honra que a Poltrona Mobius recebe seu primeiro post convidado, escrito pelo meu grande amigo Rodrigo Câmara! Nessa primeira incursão pelo blog, ele escreveu uma análise muito interessante sobre duas das séries de maior qualidade da atualidade: Lost e Fringe, apontando erros e acertos dos dois lados de forma muito sagaz. Cara, parabéns pelo post, obrigado por compartilhar suas impressões aqui. Seja bem vindo e volte sempre!

agora, a casa é sua. Sem mais delongas, fiquem com o Rodrigo:

Ola a todos,

Esta é a primeira vez que escrevo para o PoltronaMobius , com muita satisfação e agradecendo ao meu glorioso amigo Vinil pela oportunidade e espaço para oferecer alguns dos meus pensamento a respeito de cultura pop, cinema e quadrinhos. Inicialmente quero deixar meus votos de prestigio a este blog muito bacana. Parabéns Vinil!

LOST VS. FRINGE. Não seria melhor somá-los?

Mas vamos ao que interessa. Vou dedicar meu primeiro espaço a duas séries que eu gosto muito e tem em comum o mesmo criador: J.J. Abrams.

Este ano eu tive contato com a última temporada de LOST. Na verdade LOST somente entrou em minha vida praticamente há um ano. Naquela época eu já tinha conhecimento de que a série chegaria ao seu final em 2010. Claro que, pelo fenômeno de audiência que representou, eu já havia me deparado indiretamente com o enredo e até mesmo com sua perda de rumo. Mas como diria aquele filósofo: Conhecer o caminho é diferente de percorrê-lo. Falando em filosofia, LOST é a mesma em estado puro.

Porém o mais importante é que quando eu iniciei o primeiro episódio de LOST logo pensei: “Essa serie não deve ser tão boa assim”, e liguei meu senso critico no nível Maximo. Não adiantou nada, a série destruiu minhas expectativas pessimistas e no terceiro episodio já era fã da série. De modo que assisti as 5 temporadas em únicos três meses: uma odisséia

Pois bem. Este ano acompanhei a ultima temporada e finalmente o ultimo episodio. No geral foram as seguintes conclusões:

1-     Misterios demais: A ponto de você ter que abrir mão de perguntas sem respostas para continuar assistindo.

2-     Questões impressionantes mal desenvolvidas: O caso extremo é o da Iniciativa Dharma. Esperava dela uma organização secreta altamente poderosa com muito mais sub-enredos.

3-     Eles saem da ilha e depois voltam? Qual é o Lance disso?

4-     John Locke: o melhor personagem da serie foi realmente bom somente na primeira temporada. Nas seguintes ele foi mal-desenvolvido. Penso que ele não deveria ter medo, insegurança na ilha. Se ilha o libertou de seu passado de obscuridade, ingenuidade e frustração, ele não deveria demonstrar esses sentimentos na ilha. Ele tinha mesmo que morrer na quarta temporada e daquele jeito?

5-     O final: Na incapacidade de resolver todos os mistérios cria-se um conjunto de mitos fajutos, como por exemplo aquela fonte que tem uma espécie de rolha no fundo de sua caverna: aquilo é deus? O que quer dizer a frase “a ilha é uma rolha, que isola o mal do resto do mundo”? Ou seja, caiu-se numa mitologia maniqueísta que a série em nenhum momento demonstrou nos seus cinco anos.

Tirando essas questões a serie merece os parabéns, pelo menos pela capacidade que teve de atrair a atenção de milhões pelo mundo. E pelos personagens contagiantes, o que não ocorre em FRINGE.

No caso de FRINGE, iniciei o primeiro episodio com o mesmo espírito critico elevado. De inicio a historia não me cativou muito, mas o roteiro é simples, a proposta é inteligente e a vantagem de eu ter sido fã de Arquivo X, do qual FRINGE bebe, e muito, fez com que eu continuasse assistindo, atualmente estou no meio da primeira temporada.

Alguns episodio são excelentes: como o 7, no qual Peter se comunica com a mente de um defunto, para auxiliar um interrogatório que acontece em outro país, mas na verdade tudo esta sendo manipulado por um plano de uma outra pessoa. E o episodio 8, no qual uma equação é passada por diferentes mentes de cientistas renomados dos EUA e é passada através da musica para uma criança.

No geral FRINGE possui algumas desvantagens, dentre elas a falta de carisma das personagens, com a exceção de Walter Bishop, que rouba a cena na historia. Mas a atriz que faz Olivia Dunham tem muita dificuldade para transmitir a idéia de que a personagem é “durona” ainda mais pela enorme beleza da atriz. E Peter: por um momento não consigo imaginá-lo do jeito que inicialmente nos foi apresentado, como um personagem que percorre o mundo. Afinal, ele não deveria demonstrar frustação por ter que cuidar do pai com o qual ficou sem contato por 20 anos?

As duas séries são excelentes. Continuo sendo um enorme fã de J. J. Abrams. Seu cérebro é uma fabrica de idéias mirabolantes sobre mistérios de ficção cientifica e suspense, dentro desse gênero, atualmente para mim ele é o melhor. Porém fico pensando: Onde uma falha a outra é muito melhor e vice-versa. Será que poderíamos imaginar uma série que misture a vantagem das duas?

Obrigado a todos

Um abraço ao Grande Vinil pelo espaço.

Até

Boilerplate

Essa notícia saiu há mais de um mês, mas lembrei dela quando escrevi sobre Vaporpunk. J.J Abrams vai produzir uma adapatção para o cinema do livro Boilerplate: history’s mechanical marvel. Boilerplate é um robô construido em 1880 pelo professor Archibald Campion. O personagem se envolve com diversos personagens e eventos históricos, como Nikola Tesla  e Pancho Villa, até desaparecer na primeira guerra mundial. Uma mistura de Forrest Gump com Isaac Asimov com o visual do Bender de Futurama: )

O personagem foi criado em 2000 por Paul Guinan, para um site que colocava suas histórias como verdadeiras (dizem que algumas pessoas acreditaram) através de montagens muito bem feitas com imagens históricas. Olha um video com as montagens: