House: O fim!

Caramba! amanhã chega ao fim nos EUA House, a série do médico ranzinza que é uma das favoritas da Poltrona. Tá maisdo que na hora, na verdade. O programa vem ladeira à baixo desde a metade da sétima temporada. A oitava começou perdida, sem conseguir fazer com que as histórias fluissem em torno de um eixo forte o bastante.Não assisti todos os capitulos dessa temporada, mas até onde vi tem sido apenas House se adaptando a novas situações, como se a série tivesse começado de novo. Continuar lendo

“A baleia me engoliu também”, por Laurie e Lenoir.

Para encerrar uma semana cansativa, nada como um bom blues. Ofereço aos corpos, mentes, corações e espiritos cansados a ótima “the Whale has swallowed me too” ; em duas versões!

A primeira, altamente recomendada, é uma das minhas músicas favoritas, na voz e violão de J.B Lenoir. A segunda é uma versão bacana apresentada pelo Hugh Laurie. Sim, o Dr House!

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“Isto não é uma democracia.”

A oitava e provavelmente última temporada de House estreiou nos EUA, e está prestes a estreiar na tv a cabo no Brasil também. Mas todo mundo sabe que o médico depressivo começa esse ano da série na cadeia por conta dos acontecimentos do fim da sétima temporada. Além disso, tem chefe novo, equipe nova e uma dinâmica diferente(ao menos aparentemente).

Sou fã da série desde o começo, e acho o personagem um dos mais interessantes da história da tv. Hugh Laurie deu vida à um monstro manco ranzinza, cínico, infeliz,  genial e absurdamente crível. Some-se a isso os ótimos roteiros e os excelentes coadjuvantes.

A série começou bem impactante, e foi num crescente até o fim da quinta temporada, quando o personagem chegou em um momento “ou vai ou racha”. Penso que o primeiro capitulo da sexta temporada poderia ter sido fácil um final bem bacana para a trajetória de House. Mas a trama continuou, e funcionou bem, com o médico lidando com as mudanças que passava em uma busca pela própria felicidade. Que é um dos temas mais legais trabalhados pelo programa, principalmente quando esbarra na questão da genialidade de House se dever a sua própria infelicidade, como tantos pessoas que se destacaram nos diversos campos mundo à fora.Escritores, cantores, pintores, cientistas… enfim. Mais pra frente farei um post especifico pra falar mais detalhadamente do que acho legal na série.

O que interressa é o que vai acontecer agora. O personagem mudou, cresceu, e quando tudo parecia encaminhar para um final, resolveram esticar mais do que deveria, com uma virada que levou tudo ao que era antes: House depressivo,”as coisas não mudam”, blá blá blá.Tornaram inutil tudo o que aconteceu na sexta temporada. Bastante decepcionante, por isso espero que consigam terminar a série com a dignidade e a qualidade que os personagens merecem.

video da chamada do universal channel para a sexta temporada(não a oitava)

Maaas gostei pra caramba desse poster, com as seringas voando no fundo, hahaha.

House sing the Blues!!!

O ator que interpreta o médico ranzinza House no seriado homônimo lança em 9 de maio um disco de Blues, chamado Let Them Talk. Mas o primeiro single, “Guess i’m a fool” está disponível para download no site do ator. É bem na linha mais antiga do blues,e não é que como cantor o Hugh Laurie se defende bem? Além disso, o cara também é escritor,e autor do livro ” O vendedor de armas”. Acho que é um bom jeito dele continuar sua carreira, pois é dificil que um ator não fique marcado após interpretar tão bem um personagem tão icônico.

Para baixar “Guess i’m a fool”, vá ao site de Laurie e cadastre seu e-mail para receber o link na sua caixa de entrada.

House: Bombshells

O episódio de número 15 da sétima temporada de House promete: em “Bombshells” a série prestará uma homenagem a outros filmes e programas de tv(com direito a um número músical).  Muito legal essa imagem de House e Cuddy estilo Butch Cassidy e Sundance Kid(clássico com Robert Redford e Paul Newman):

House é já há alguns anos um dos melhores seriados da tv, graças aos bons arcos dramáticos e a competência dos atores, especialmente Hugh Laurie, que interpreta o protagonista intercalando no espectador doses de ironia, repulsa, pena e admiração. Bem, uma hora a série tem que acabar, antes que o programa fique desgastado, e acho que isso não demora muito. Mas, até lá, é ótimo que façam experiências como essa…

ah, um último comentário: espero que a Thirteen volte e dê um soco na Masters, rs!

aham, atualizando (atendendo a pedidos, José…):