A liga da justiça de Cliff Chiang.

Dias atrás, apareceram na internet desenhos do quadrinhista Cliff Chiang que reimaginavam a Liga da Justiça como personagens japoneses. Para isso, Chiang mesclou os personagens dos comics com clássicos da cultura pop nipônica. O resultado final ficou bem divertido: Continuar lendo

Samurai X- o filme!

Sim, saiu uma enxurrada de trailers de filmes interessantes nos ultimos dias. mas vi esse aqui e me lembrei da minha coleção de mangás do samurai x (ou Rurouni Kenshin). Foi o único mangá que acompanhei do inicio ao fim , lá atrás, quando ainda era adolescente.  Eu gostava muito dos comentários do Nobuhiro Watsuki, o autor, sobre como ele criou o personagem, o que ele queria com a história, e como via de regra nada saia como ele queria, rs. Continuar lendo

Cowboy Bebop!

Ola galera, já faz um tempinho que não escrevo no blog de meu amigo Vinil. Este é meu terceiro post, estive muito atarefado no momento, mas agora me sinto muito bem ao escrever sobre uma série que mexeu completamente comigo: Cowboy Bebop. Aqui vai galera!

Ode a Cowboy Bebop!

Bom, estou para assistir o ultimo capitulo da serie de 26 episodios, o anime passou no Japão no final da década de 1990, não faço idéia se chegou a passar por aqui. Como não sei o final não dá para contar spoilers. Sem saber como vai acabar, e tendo acompanhado 24 capitulos a nota que dou para essa série entre 0 e 10 é 10! No mínino!

Às vezes assistimos Historias que nos fazem rir, outras chorar, algumas refletir, várias delas nos entretêm. Mas poucas delas causam em nós o que Cowboy Bebop causa. Ao assistir esse anime eu fiquei com a sensação de que todos os momentos que vivemos na vida estão ali.

Cada um de nós tem uma historia pessoal, um drama não resolvido, ainda que íntimo, um defeito, algo que nos dá uma personalidade. Cada um de nós faz amigos nesta vida. Amigos que queremos ter para sempre, outros que nos fazem rir ou até mesmo colegas com quem queremos jogar conversa fora. Cada um de nós tem o seu desentendimento com alguém, ou algum inimigo pessoal, um rival, pelo menos uma vez na vida nos desentendemos com alguém, às vezes até em vários momentos. Cada um de nós tem uma família.

Cowboy Bebop nos faz rir, chorar, sentir coragem, ter curiosidade, ter medo, apreensão. Cada um dos personagens possui um passado, um defeito, algo a ser resolvido, passageiro. Talvez um dos maiores desafios que encontramos na vida não seja necessariamente um trabalho, um concurso, uma namorada, mas encontrar nessas coisas algo que possa levar para o resto da vida. Assim também é com os personagens na Historia, jogados num deserto que é o espaço sideral futurista pós-apocalíptico, em busca de sobrevivência, sem qualquer tipo de apego. Mas no fundo somos humanos, não podemos escapar de nossas emoções. E os personagens do anime nos mostram isso.

Eu poderia esmiuçar o enredo de Cowboy bebop aqui, dizendo que a Historia se passa em um futuro não tão distante, onde a humanidade conseguiu realizar seu incrível sonho de colonizar outros planetas. Mas isso não explica tudo, da mesma forma que no fundo, sabemos que pouco importa colonizar outros planetas, ainda continuaremos humanos, como sempre. Também não é tão importante dizer que o titulo do anime trata-se de uma nave espacial cujos habitantes sobrevivem como caçadores de recompensa, logo temos uma visão genial do espaço como sendo um grande velho oeste galáctico, deserto como o meio-oeste norte americano, onde as naves viajam sem rumo como em um “Road–Movie” dos anos 70.

Não importaria neste momento descrever os ricos mínimos detalhes da trama, colocados estrategicamente ao longo dos capítulos, como por exemplo, a colonização de marte e Venus, ou dizer que a nossa Lua explodiu em infinitos pedaços que flutuam no campo gravitacional da Terra, causando constantes quedas de meteoritos. Esses ricos detalhes mal são explicados, cabe ao telespectador observar atenciosamente, que ele vai entender aos poucos.

Talvez de tudo isso, o mais importante seja observar que essas coisas não teriam graça sem os personagens principais e a dinâmica deles. O grupo formado por Spike Spiegel, Jet Black, Faye Valentine, Edward Wong Hau e o cachorrinho Ein, é maravilhoso como uma família formada por amigos onde tudo o que restou é estar com eles mesmos, onde seus defeitos são o que os aproxima e os distancia, mas que os fazem viver algo humano e belo em um contexto complemente efêmero e abandonado, que é o Espaço.

Não há um personagem principal, como naqueles enredos em que a historia foca em um protagonista só. Cada um deles é contagiante, com sua característica esquisita, peculiar. Cada um deles tem seu drama, ainda que nem tão complicado assim.

A trilha sonora, repleta de jazz, blues e Rock and Roll, mistura com os temas dramáticos dos títulos de episódios. Todos os capítulos têm títulos musicais, como por exemplo,  Honky Tonk Women, Sympathy for the Devil e Wild Horses, dos Rolling Stones, Bohemian Rhapsody do Queen, entre vários outros.

Mas a verdadeira alma de Cowboy Bebop está no título do ultimo episódio, o mesmo da musica de encerramento de todos os capítulos da série, intitulada “The Real Folk Blues”, ou “O Blues das pessoas verdadeiras”. Episodio alias que estou prestes a assistir.

Preciso agradecer meu irmão Thiago Câmara por ter me arrumado todos os capítulos. E agradecer a própria série. Algo espetacular perto das coisas que assistimos todos os dias. Literalmente anos-luz de superioridade com a maioria dos filmes e séries de TV que assistimos

Um grande abraço a todos.

“See you on space cowboy”.

Rodrigo Câmara

animações da marvel

Essa semana a Marvel divulgou a notícia de que o quadrinhista Jeph Loeb é o responsável pelo seu departamento de adaptações para a tv e home video. independente da capacidade ou não de Jeph Loeb (acho que nos últimos tempos a coisa mais divertida que ele fez foi fazer o Hulk vermelho socar a cabeça de Uatu, o vigia), a iniciativa promete. digo isso por esse curta de animação que a marvel lançou para promover os filmes do Homem de Ferro e do Hulk em 2008, que ficou muito bem feito:

Algo neste sentido poderia ser explorado, talvez uma série de curtas de animação computadorizadas…Também seria legal se a Marvel adaptasse algumas de suas histórias clássicas que são um pouco mais longas na forma de animação tradicional, como por exemplo “Thor: a saga de Surtur” ou a guerra kree-skrull  com os vingadores.

também vale lembrar que a Marvel, agora uma empresa da Disney, tem a chance de fazer parcerias com outros braços da cia. do Mickey, como a Pixar(isso sim seria legal).

falando em parceria da Marvel, lembrei do trailer que saiu há um tempão do Homem de Ferro Anime, do ótimo estúdio Mad House ( Paprika, Death Note, com participação no anime do Batman- Gotham knight.)

A qualidade da animação parece excelente, e acho que visualmente o Homem de Ferro é um personagem que se encaixa bem no traço japonês. tem também o lance da fixação dos japoneses por desenhar cada detalhe das máquinas, como nos clássicos de robôs como macross, Evangelion,etc. O Homem de ferro poderia se beneficiar disso. E esse vilão com cara de pirata espacial de desenho japonês ficou muito bom! animei de assistir.

Enfim, um dia chega por aqui (através dos meios “legais”)